Quando vi o vídeo, tive que vir postar... Na boa, QUE PORRA É ESSA?! O piá mal sabe o que fala, fala os nomes todos errados, e acha que sabe alguma coisa... E só pra constar: DÉTI METAL?
Venho postar um vídeo muito legal feito pelo Edu Falaschi, cantor das bandas Angra e Almah, sobre os dois primeiros shows feitos pelo Angra na turnê européia na Suíça.
Legal que é mostrado passagens de som e toda aquela atmosfera pré swow.
É caros leitores, infelizmente esse dia 6 de fevereiro nos tira mais um dos maiores músicos de todos os tempos...
Gary Moore, um dos mais talentosos e surpreendentes músicos já vistos morreu dormindo hoje cedo num quarto de hotel na Espanha, onde estava de férias.
Pois é, acaba-se assim uma das mais brilhantes carreiras já vistas, que dificilmente será reposta... Gary Moore tinha um controle assombroso sobre a guitarra, tocando como um virtuoso quando preciso e como um rei do Blues quando preciso. E além da técnica guitarristícas, o cara cantava MUUUITO!
Essas qualidades o transformaram num guitarrista diferenciado e surpreendente, que fez algumas das melhores canções conhecidas.
Então, para homenageá-lo, vou deixar dois vídeos que acredito que mostrem a essência do som feito pelo músico.
É difícil encontrar um grupo americano tão bom e versátil quanto o Grand Funk Railroad.
O som do grupo traz um Funk (não carioca, PELO AMOR DE DEUS!!!) em sua definição pura, com toques de Hard Rock, Blues e até psicodelia em alguns momentos. As composições muitas vezes longas (para padrões da época) trazem melodias complexas que demonstram os conhecimentos acima da média dos músicos, esses que, aliás, cantam de forma poderosa e bonita, mostrando muita versatilidade nas composições.
Como diria meu irmão, os caras faziam um Hard Rock Setentista nos anos 60, ou seja, eram visionários e já tinham em mente uma sonoridade que seria a base da música na década seguinte.
Outra coisa surpreendente é a técnica do baterista Don Brewer, muito desenvolvida para a época (é claro que havia muitos bateristas virtuosos, mas nem todos tinham a coragem dele de se mostrar para o público, como no solo de baterua da música abaixo):
O Grund Funk permanece como uma pérola semi escondida da grande massa, e poucos conhecem a fundo o som da banda. Uma pena, por que, além de ser uma banda gostosa de ouvir, é um daqueles grupos inesquecíveis, que lhe acompanharão por toda a vida.
Mesmo eu conhecendo eles a pouco tempo, posso dizer que serão sempre um dos meus grupos preferidos daqui pra frente, presença obrigatória nas minhas audições futuras.
Então fica aqui minha recomendação para os leitores: Ouçam o Grund Funk pois o som dos caras é F*%$, não irão se arrepender!
Venho através desse Post desejar a todos os leitores e blogueiros que tem parceria comigo um Feliz Natal.
Esse é o meu primeiro natal participando da "blogosfera", e gostaria de agradecer imensamente a todos que me acolheram e tem comentado e complementado meus posts nesse ano.
Nesse meio tão competitivo ninguém consegue nada sem ajuda, e recebi ajuda e divulgação de muitos blogueiros nesse tempo (mesmo sem merecer os elogios rs).
Espero que o "Papai Noel" traga muitos presentes nesse Natal (não o que está no desenho acima...), e que a luz do Nascimento de Jesus (algo tantas vezes esquecido) se faça presente em seus lares e em suas vidas.
Há exatos 70 anos nascia um dos maiores gênios da história da música, Frank Vincent Zappa, o eterno "boca suja" que revolucionou o Rock, a Música Clássica e o Jazz.
O cara gravou, produziu, escreveu e fez tanta coisa que muito de seu acervo ainda está parcialmente inédito, e vai sendo liberado aos poucos para os fãs.
Sim, porque não é fácil ser fã de Zappa, ou pelo menos não é fácil se tornar um.
A GIGANTESCA quantidade de informações, texturas, e mudanças presente em sua música faz com que à primeira vista o som dele seja uma bosta chatice. Eu próprio achei uma porcaria o som dele a primeira vez que ouvi.
Mas não desisti, e venho conhecendo mais o som do cara esporadicamente, dando tempo entre a audição de um álbum e outro para melhor digerir o som e a proposta daquele trabalho.
Zappa fez praticamente de tudo em termos musicais, explorando absolutamente tudo que é possível explorar dentro de uma composição, e tornou-se mestre dos improvisos, algo que ele trouxe do Jazz, e que incorporou ao Rock e a Música Clássica.
Mas você pode pensar: "Ora, como alguém vai misturar esses 3 estilos tão distintos de forma harmônica?" Bom, Zappa conseguiu.
Jazz é puramente improvisação, e Zappa o uniu ao Rock que estava se formando nessa época, trazendo ainda a complexidade da Música Clássica para essa mistura e adicionando uma colherada (de sopa, das grandes) de sarcasmo.
O que isso resultou? Freak Rock, o estilo que muitos consideram sendo o molde musical de Zappa.
Ele passou maus bocados em termos de dinheiro em vários momentos de sua carreira, mas parece que isso deu a Zappa um novo gás, e foi depois desses momentos que surgiram petardos como Hot Rats de 1969, tido por muitos como o melhor álbum de sua carreira.
E o interessante é que Zappa não se dedicou somente à sua música, mas produziu álbuns de muitos outros artistas, lançando nomes do quilate de Steve Vai, que fez parte de sua banda por algum tempo.
Escreveu e dirigiu filmes, escreveu diversos livros e fez muitas coisas, tudo isso em um frenesi que deixaria qualquer um desnorteado. Nunca ficou parado, sempre dedicando seu tempo a algo que o diferenciasse dos outros.
Na metade dos anos 80 entrou em campanha para ser senador do EUA, num grupo que pregava a liberação de letras explícitas ou satânicas em músicas, algo que Zappa queria que fosse classificado como Extorção da Indústria Musical (:P)
No início dos anos 90 descobriu que tinha um cêncer de próstata, e lutou até a doença o vencer em 4 de dezembro de 1993. No dia 6 a família dele disse a imprensa que o Compositor Frank Zappa foi para a sua última turnê pouco antes das 18:00 no sábado...
Então fica abaixo minha humilde homenagem a esse Mestre que deixou tanto em tão pouco tempo...
AH! E conhece aquele famoso efeito de guitarra chamado Wah-Wah? Foi Zappa o primeiro a utilizá-lo, no seu primeiro disco, Freak Out! de 1966.
Se nunca ouviu falar da banda, caro leitor, não o culpo.
Formado em 1997 por Josh Homme, o QotsA se tornou em pouco tempo num dos grupos mais completos da atualidade, em grande parte pela grande criatividade do guitarrista e cantor Josh.
O primeiro disco da banda, intitulado Q.O.T.S.A trouxe toda a capacidade do grupo, e trouxe uma sonoridade bastante inovadora, com riff's setentistas mas uma pegada mais moderna.
O uso do Fuzz também sempre foi um grande diferencial do grupo, e embora alguns não gostem do som dele, os guitarristas da banda sempre o usaram com maestria, dando um tom diferenciado às composições.
A partir daí lançaram discos excelentes, todos com tons diferenciados e únicos. O segundo, Rated, trouxe um som bastante consistente e coeso, enquando o terceiro, Songs For The Deaf, trouxe maior experimentalismo, com músicas excelentes, e que merecem uma boa audição.
Foi seguido pelo mais obscuro Lullabies To Paralyse, com um som mais pesado e composições diferentes do habitual da banda.
E por fim, Era Vulgaris trouxe mais tons modernos às composições, sem deixar de lado as características originais do grupo.
Apesar de ter um som diferente, e de muitas pessoas não gostarem, ou acharem que eles somente fazem um som moderno, a banda tem muitas qualidades, como a grande criatividade e variedade de estilos dentro das músicas, a voz excelente de Josh (embora muitos achem ela reta demais).
Na minha opinião é uma das bandas mais completas da atualidade, e deveria ser mais ouvida e menos criticada.
Ao mostrar a música Sky Is Falling certa vez ao meu irmão, recebi o comentário: "Isso é New Metal". Discordo inteiramente.
O grupo está longe de ser New Metal, e tem qualidades suficientes para ser considerado um dos melhores da atualidade, que mantém a chama do bom e velho Rock n' Roll ainda viva ante tanta podridão que cerca os músicos hoje em dia.
E, se a voz não seja o ponto forte do grupo, os músicos conseguem fazer um trabalho excelente, muito criativo e completo, sem excessos e ao mesmo tempo simples e complexo.
A guitarra precisa e complexa de Josh, sempre ajudada por outro guitarrista gabaritado, as linhas difíceis e marcantes de baixo, e a bateria ultra pesada (o desgraçado usa um bumbo e um tom só!) trazem muito dos antigos músicos dos anos 70, embora as melodias do grupo sejam mais voltadas para o presente, e mostram que é possível SIM fazer músicas com cunho mais comercial sem deixar de lado a velha pegada Rock n' Roll.
Para encerrar vou colocar dois vídeos que mostram a capacidade do grupo como um todo.
Conheci a banda há uns dois anos atrás, e desde então pesquisei sobre ela mais à fundo, e hoje não tenho vergonha de dizer: "OS CARAS SÃO F*DAS!!!"
Além de uma guitarra extremamente criativa de Daron Malakian e sessão ritmica impressionante do baixista Shavo Odajian e do baterista John Dolmayan (esse sendo um dos melhores da atualidade), os vocais são talvez o grande diferencial do SOAD. Os duetos em terças de Serj Tankian e de Daron Malakian são um show parte, e os dois não erram UMA nota vocal ao vivo, mesmo estando drogados. O alcance vocal dos dois também impressiona, e juntos conseguem fazer duetos dificílimos para qualquer cara considerado grande cantor.
Muitos os chamam de New Metal, Nü Metal, ou ainda Metal Progressivo (esse um termo que eu considero mais certo para caracterizá-los), e outros termos pejorativos. E mesmo eles tendo algumas características de todos esses estilos, muitas de suas melhores composições são esquecidas ou ignoradas em detrimento de outras que eu considero de menor importância.
Se canções como Prison Song do Toxicity, CUBErt do S.O.A.D. ou Chic n' Stu do Steal This Album lhes impõe uma imagem de New Metal, muitas de suas músicas mais trabalhadas são ignoradas pelo grande público.
Então vou fazer uma lista das melhores nesse quesito de cada álbum, basta clicar no nome para ouvi-la!
1) S.O.A.D.
O primeiro disco dos caras trouxe uma das músicas que eu considero presença obrigatória entre as cinco melhores deles, Spiders. Ela tem uma pegada épica impressionante, puxada principalmente por uma linha de baixo muito boa, e uma grande linha vocal.
2) Toxicity
Foi o disco que trouxe Chop Suey!, uma das músicas mais clichês da banda, mas nem por isso menos genial. O contrate entre peso e partes plácidas é de arrepiar.
Outra excelente do disco é Toxicity, que meu irmão considera a melhor música da banda. É outra música que possui diferenças entre pancadaria e leveza. A parte final é F*DA!!!
É desse disco também a música Aerials, outro grande clássico do grupo, e outra que deve estar no Top 5 de qualquer fã da banda. Ela tem um clima épico de tragédia fantástico, e merece audição atenta.
3) Steal This Album
Disco menos expressivo do SOAD? Possivelmente. Mas é dele uma das músicas mais legais da banda, uma balada violão/voz chamada Roulette.
Outra música excelente desse disco é Higway Song, que possui belo contraste entre peso e dedilhados. Tem um dos únicos solos mais "normais" de Daron.
4) Mezmerize
Originalmente a banda queria lançá-lo como um álbum duplo, mas a gravadora os convenceu a lançar dois álbuns simples no mesmo ano, o que resultou nele e em Hipnotize.
É um disco que tem muitas músicas boas, à começar pela pesada, bela e selvagem BYOB, que ganhou prêmios inclusive.
Radio/Video é outro destaque, uma verdadeira coletânea, com muitas mudanças e estilos diferentes dentro de seus 4 minutos. Depois disso há outros destaques, mas vou optar pela última música do disco, Lost In Hollywood, uma música mais longa e complexa, muito bonita e mais plácida. Linda!
5) Hypnotize
Bah, esse disco é ainda melhor que o anterior, e se fossem lançados como álbum duplo seria um dos melhores da história!
Para começar, a selvagem Attack traz belos contrastes e alguns dos vocais mais agudos de todas as músicas da banda.
Depois disso há outras músicas fantásticas, como a faixa título, uma baladona excelente, com vocais impressionantes. É seguida pela mais pesada Stealing Society, e por U-Fig, outra com várias mudanças, e pela melhor música do álbum, a complexa e lindíssima Holy Mountains, com riff's e dedilhados mais "tradicionais" e vocais F-A-N-T-Á-S-T-I-C-O-S!!!
Conta ainda com a baladona Lonely Day, cantada quase inteiramente por Danton, e com uma melodia que nem parece SOAD. É linda!
E, para encerrar o álbum, uma música mais voltada para dedilhados, a impressionante Soldier Side, com um tom épico incrível, e que fecha com chave de ouro o último disco lançado pela banda.
Pra quem curte um blues de qualidade, aqui vai um momento histórico de quando dois monstros sagrados do estilo precursor do Rock n' Roll se uniram:
Pra quem não conhece o mestre Buddy Guy, esse é um ótimo vídeo para começar. Além de tocar muito bem, ele é dono de uma voz poderozíssima, de dar inveja em qualquer um. Já B.B. King mostra uma pegada monstruosa, de gelar a espinha. Uma união de frases bluseiras de alto padrão, o vídeo mostra toda a técnica desses dois MESTRES da guitarra.
Realmente um momento histórico, vindo do fundo do baú...
Muito se fala sobre "várias músicas em uma", termo bastante associado à certas músicas da banda Black Sabbath.
Nesse quesito podem ser incluídas muitas músicas, mas há uma que na minha opinião é a mais completa de todos os tempos nesse quesito, por apresentar múltiplas influências, encaixadas de forma perfeita umas às outras. Ela se chama Innuendo, e está presente no último CD da banda Queen (antes da morte do mestre Freddie Mercury).
Para além de qualquer formato, a música é simplesmente impressionante, e apresenta Música Marcial (de exército dããã), Hard Rock, Música Espanhola, Música Clássica, tudo com uma pegada Épica de tirar o fôlego, em 6 minutos de puro Rock n' Roll!!!
Impressionante, a faixa mostra por que o Queen é considerado uma banda de Rock Progressivo, e foi uma bela despedida do cantor Mercury (R.I.P.). Ouça e comprove!
Quando se fala no guitarrista virtuose Joe Satriani surgem opiniões bastante divididas, uns acham-no um dos maiores guitarristas de todos os tempos, outros dizem que ele é apenas um punheteiro.
Nascido em 15 de Julho de 1956 na cidade de Westbury, em Nova York, Satriani teve contato com a musica desde cedo, e, ainda criança, começou a aprender a tocar violão com o pai, estudando Jazz, Blues e Folk.
Começou a dar aulas de guitarra em 1971, inclusive para um amigo seu. Seu nome? Steve Vai.
Depois de se mudar para Berkeley, Satriani conseguiu certo prestígio como professor, tendo dado aulas também para nomes como Kirk Hammett (Metallica) e Larry LaLonde (Primus e Possessed).
Em 1979, montou a banda pop The Squares, e em 1984 lançou sua primeira EP, que foi intitulada com o nome de sua esposa, Rubina. Essa EP garantiu boa repercussão do trabalho de Satriani, e em 86 seu primeiro álbum completo saiu. Intitulado Not Of This Earth, teve o contrato conseguido por intermédio de Steve Vai, que nessa altura já tinha gravado álbuns com Frank Zappa, Alcatrazz e David Lee Roth.
Mas só no ano seguinte, 87, com o álbum Surfing With The Alien que Satriani conseguiu o reconhecimento merecido. Esse álbum deu fama mundial a ele, e é considerado um dos melhores e mais vendidos álbuns instrumentais de todos os tempos.
À partir daí, Satriani vem em constante aprimoramento de sua técnica, lançando álbuns de grande repercussão, e que lhe garantiram grande reconhecimento, tanto por músicos quanto pelo público.
Em 1996 criou o G3, uma turnê anual que sempre conta com três guitarristas de Rock Instrumental. Já passaram pela turnê Steve Vai (em quase todas), Yngwie Malmsteen, Robert Fripp, Eric Johnson, John Petrucci, Paul Gilbert entre outros.
Dono de uma técnica assombrosa, Satriani consegue passar por muitos estilos, desde o Rock, passando por Blues e Jazz até o pop sem perder o foco e nem se prostituir. É bem verdade que Satriani possui uma velocidade incrível, mas nem só de velocidade vive ele.
Duvida? Assista o vídeo abaixo e depois conversamos...
Quem conhece Mike Portnoy superficialmente deve achar que um baterista genial e famoso (em termos) como ele não deve possuir grandes problemas pessoais.
RÁ, PEGADINHA DO MALANDRO!!!
É aí que você se engana. O cara já passou por maus bocados quando era alcoólatra. Por volta de 1994 (se não me engano) resolveu dar um basta na sua situação e começou a freqüentar as reuniões dos alcoólicos anônimos. O resultado foi que ele se recuperou e transformou isso em música.
Tudo começou no álbum Awake de 1994, onde a música The Mirror falou pela primeira vez do alccolismo, e hoje em dia é considerada o Prólogo da AA Suite. (Infelizmente não achei um vídeo ao vivo bom da música, então postei a versão original).
Os 12 Passos
Em 2002, Portnoy decidiu fazer uma suite sobre sua vitória sobre o alcoolismo e também sobre os 12 passos que William Griffith criou para auxiliar os dependentes a se recuperar.
As canções possuem múltiplas texturas, tamanhos e formas, e cada uma da sua forma é única, mas juntas formam uma grande canção de 57 minutos. Na verdade foi algo premeditado, por que esse é o tempo que Griffith registrou como sendo o necessário para realizar os 12 passos.
É interessante também notar que (da This Dying Soul em diante) as faixas possuem trechos e melodias das anteriores, o que torna a continuação uma coisa bem mais perceptível.
Portnoy planeja tocar a AA Suite inteira em breve (que talvez será lançado em algum DVD).
Músicas
No álbum Six Degrees Of Inner Turbulance, a primeira canção da Suite foi lançada, a incrível The Glass Prison (na minha opnião a melhor de toda a Suite).
No álbum seguinte, Train Of Thought, foi lançada a continuação, a excelente This Dying Soul, que faz referência a letra de The Mirror em uma parte. (No vídeo ela está dividida em duas partes)
Parte 1
Parte 2
No álbum Octavarium foi lançada aquela que (na minha opinião) é considerada a mais clássica da série, The Root Of All Evil (também conhecida como TROAE).
A quarta faixa saiu no álbum Systematic Caos. Chamada Repentence é aquela que eu (e a maioria dos fãs) considera como a menos expressiva (para não dizer ruim) da Suite.
Por fim, no álbum Black Clouds And Silver Linings saiu o último capítulo da saga, The Shattered Fortress. (O vídeo também está em duas partes)
Parte 1
Parte 2
A AA Suite é, na minha opinião uma das coisas mais impressionantes já feitas na música, não só pela sonoridade, mas também pela complexidade e significado, que mostram que uma pessoa pode SIM vencer o álcool e se recuperar. Mike Portnoy é a prova disso...
Não costumo postar mais de uma vez no mesmo dia, mas esse vale à pena.
Pois é, e eu que achava que já tinha visto todo tipo de paródias do Rock...
Achei um vídeo muito divertido, que mescla a música The Dark Eternal Night, do Dream Theater, com o jogo Super Mário Bros. É engraçado notar que as imagens do Game foram modificadas de acordo com a banda...
É isso mesmo caro leitor, a melhor banda brasileira está de volta após quase quatro anos de inatividade.
Depois de várias dúvidas sobre o futuro, eles ressurgem após a saída do baterista Aquiles Priester e a volta do baterista da formação original, Ricardo Confessori, com um novo CD que promete ser excelente.
Durante todo o processo de gravação do novo álbum, a banda fez uma série de vídeos sobre a rotina da composição das músicas e a sua presença no estúdio, e foram lançando eles no Youtube.
Vou postá-los aqui para que vocês possam ver (e ouvir) o cotidiano da gravação de um grande álbum.
Capítulo 1
Mostra o início da escolha das músicas e gravação dos primeiros detalhes, ainda na casa dos integrantes.
Capítulo 2
Mostra a chegada no sítio de Santa Isabel (de Ricardo Confessori), montagem dos instrumentos e início dos ensaios para arrumar as composições pré montadas no computador.
Capítulo 3
Mais voltado para os ensaios da banda, esse capítulo mostra as músicas tomando forma, e alguns momentos de descontração do grupo.
Capítulo 4
Final dos ensaios em Santa Isabel, com o ensaio das duas últimas músicas com banda inteira. Mostra também a banda tocando outros estilos, como Rap, Dance, Funk, num momento bastante divertido.
Capítulo 5
Final das pré-gravações (já na casa de Kiko Loureiro), e chegada nos estúdios Norcal.
Capítulo 6
Início dos trabalhos no estúdio, como organização dos instrumentos e início da gravação da bateria e guitarras base.
Capítulo 7
O baixista Felipe Andreoli mostra o estúdio e a gravação da bateria e das guitarras base continua.
Capítulo 8
Gravação de dedilhados e frases mais "leves". O guitarrista Rafael Bittencourt mostra como são gravadas as guitarras e Kiko Loureiro mostra uma guitarra diferente que possui sons arábicos.
Capítulo 9
Gravação dos solos de guitarra, linhas de violão e cenas engraçadas do trabalho deles enquanto estão na cozinha.
Capítulo 10
Mostra idéias loucas de Rafael Bittencourt para tocar violão e o que Edu Falaschi acha da volta da banda e do disco de uma forma geral.
Capítulo 11
Gravação do baixo e partes dos vocais das músicas.
Capítulo 12
Gravação das últimas partes do baixo e dos solos de Rafael Bittencourt, além de alguns vocais.
Capítulo 13
Pós Produção e mixagem do disco. Gravação de coral, violoncelo e berimbau. No final do vídeo, Rafael e Felipe deixam no ar a impressão de que algo maior está sendo planejado, mas não dizem o que é.
Recomendo os vídeos, não só para os que gostam da banda, mas para os que não gostam também por que nesses vídeos é apresentada a forma que uma gravação é feita, o que é muito benéfico para músicos inexperientes (assim como eu).
Hoje em dia, um rockeiro autêntico ouve porcaria por onde quer que vá.
Não há como escapar, se você entrar em um ônibus SEMPRE haverá aqueles que colocam Emo, Funk (carioca) ou Rap em um celular e ficam "cantando" em voz alta para todo o ônibus ouvir, mesmo que ninguém ali goste.
Seus vizinhos (como no me caso) ouvirão pagode (Liga pra mim, se tu não vem, eu vou chorar, liga pra mim!) ou Calypso (e quem disser que o Chimbinha toca bem guitarra vai ter sua mãe xingada e os comentários excluídos desse blog!) nas horas mais impróprias possíveis, bem quando tu quer dormir por que tem que fazer algo importante no outro dia, mas os vizinhos não deixam.
Mas, mesmo não gostando do Chimbinha, quer ver do que ele é capaz?
Brincadeiras à parte, dá vontade de bater na porta da casa dos nossos vizinhos e gritar:
"Pôrra! Vai comprar um fone de ouvido e ouvir sozinho!"
É por causa desses vizinhos que às vezes somos obrigados a colocar um Heavy Metal bem alto para incomodar eles também.
Pois bem, esse não é o tema central do post, mas só escrevi o texto acima para justificar a porcaria abaixo.
Navegando ontem pelo site Cultura de Boteco, encontrei o que parecia impossível: uma "banda" pior que rap, pagode, funk (pelo menos as dançarinas são aproveitáveis) e qualquer outra coisa já criada (menos emo, é claro). Ela se chama Brollies & Apples.
Formada pelos casais: a escritora (e editora da Revista do Beco) Carol Teixeira e Fredi Chernobyl Endres (guitarrista da "banda" Comunidade Nin-Jitsu e produtor do Bonde do Rolê) e Rodrigo Brandão e Bianca Jhordão (os dois são integrantes da "banda" Leela), o projeto quebrou todas as barreiras de ruindade que um grupo pode ter.
Duvida? Assista o vídeo abaixo (Nota: passou no Multishow).
O projeto é simplesmente errado em TUDO, à começar pelas letras, postura de palco, figurino, sonoridade, qualidade dos músicos e, PELO AMOR DE DEUS, qual é a banda que troca de baterista no meio do show?
Realmente acho difícil que surja algo pior nos próximos 1500 anos, mas, assim como é possível uma "banda" dessas tocar no Multishow, coisas piores virão... Infelizmente.